Pesquisador testa hormônio para substituir cirurgia de redução do estômago

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Um estudo em curso na Grã-Bretanha está testando o uso de hormônios para combater a obesidade e substituir cirurgias de redução de estômago em pacientes obesos.

Emerson Pacheco‘s insight:

São bem-vindas as pesquisas científicas propondo tratamentos complementares para a obesidade e o sobrepeso. Sabe-se que os principais tratamentos são a dieta hipocalórica os exercícios físicos e a terapia comportamental, e que os remédios só são indicados quando essas duas abordagens não funcionam, já que apresentam efeitos colaterais sérios, e que a cirurgia bariátrica apresenta riscos de vida, como qualquer cirurgia.

Mesmo remédios e cirurgias devem ser acompanhados de mudança cognitiva – no sistema de crenças – e comportamental – na aquisição de hábitos alimentares e de exercícios saudáveis, para garantir que a redução de peso se mantenha por mais de 3 a 5 anos.

A alimentação em consciência plena, mindfulness, também tem apresentado excelentes resultados no tratamento da obesidade e sobrepeso.

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Conheça o ritmo de alternância mais indicado para a sua dieta – R7

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Conheça o ritmo de alternância mais indicado para a sua dieta
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Variar na dieta é uma das chaves do sucesso de quem obtém excelentes resultados na luta contra a balança.

Emerson Pacheco‘s insight:

Sabendo que, para se manter magro, é preciso acostumar o corpo e seu metabolismo ao novo peso por algo entre 3 a 5 anos, o melhor é ou usar uma mesma dieta que funcione por um longo tempo, ou variar a dieta se isso funciona melhor para você.

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Sair da linha de vez em quando faz parte – principalmente viajando!

Tenho mantido a disciplina e o foco no caminho de manter uma dieta saudável, dentro da quantidade e qualidade de nutrientes necessárias, há mais de dois anos. E com isso, como prêmio, mantenho meu peso de 72 kg, considerando que, há 2 anos, pesava 100 kg. Essa história vocês já conhecem, mas sempre me orgulho de contar de novo!

Essa disclipina e foco se viram desafiados durante este Carnaval, numa viagem de 1 semana a Miami e Flórida, na meca do consumismo capitalista norte-americano.

Fui submetido a uma infinidade e variedade colorida e apetitosa de doces e salgados de vários tipos, donuts, cookies, pizzas, stakes, ribs, chocolates… na Epcot Disney, passeei pelos restaurantes e lojas de itens exóticos de Marrocos, pelas docerias da Noruega, pelos ritorantes italianos, pubs irlandeses e londrinos, as maiores delícias concebidas pela cultura e gastronomia planetária.

Dei-me o direito de sair um pouco da linha, apreciando, com consciência, um donut aqui, um cookie da macadâmia ali, um pedaço de pizza, um hambúrguer. Um cheat week, ao invés de um pé na jaca de um dia. Mas respeitando um pequeno e importante detalhe – não comer até abarrotar, respeitar os limites do corpo.

Cheguei a exagerar um dia, depois de almoçar um prato de lagosta no Red Lobster, que era um grande desejo meu, pois adoro lagostas, e esse é um luxo que não me dou muito no Brasil, em virtude do preço da iguaria aqui. 

Depois desse almoço saboreei um sorvete tipo yogoberry numa loja local com inúmeras variedades de sabores, de macadâmia, pistache, “passion fruit”, o maracujá, cookies… e senti que, depois daquele copo de quase 500 ml incluindo os toppins de frutas, eu me sentisse “abarrotado”.

Senti que havia ultrapassado meu limite, e isso fez com que eu maneirasse até a noite, quando, me sentindo melhor, mergulhei numa deliciosa costela com salada no BBQ, um restaurante local de decoração texana rústica especializado em carnes de boi, de porco e muita batata frita. Evitei a batata frita, mas devorei um apetitoso milho cozido com manteiga – o americano é levemente mais doce e macio que o nosso – e depois o suculento “ribs”. 

Para compensar, já que também mudei o padrão de malhação natural, de 4 vezes por semana, fiz rápidos exercícios aeróbicos “para não perder o hábito”, de 15 a 20 minutos. Meu pensamento era que, se não conseguia manter o padrão nessas “férias”, poderia, pelo menos, manter o metabolismo basal funcionando num ritmo mínimo.

No sábado, como forma de desintoxicação, pratiquei um jejum de 36 horas à base apenas de água e salada, o que é corriqueiro para mim depois de um dia de “cheat day”.

O “cheat day”, dia de “meter o pé na jaca”, faz parte de um programa do livro “Reengenering the Alpha”, do Romaniello e Berstein, que combina emagrecimento, ganho de massa muscular e uma dieta de controle hormonal a partir da nutrição equilibrada.

Não subi ainda na balança, mas não me sinto mais gordo ou desconfortável, pois negociei com meu corpo cada passo, lhe dei pequenas gratificações durante essa semana como “prêmio” pelo bom trabalho durante todo esse tempo.

E amanhã, segunda-feira, é dia de voltar à rotina normal, me exercitando regularmente, pegando leve nos carboidratos, e caprichando nas frutas, legumes e saladas, sem esquecer, como um bom marombeiro, das proteínas e gorduras saudáveis.

Quando ingerimos mais açúcar, como eu fiz essa semana no país norte-americano do “super size me” em que tudo é rico em carboidrato, proteína e gordura (geralmente saturada, de origem animal), o pâncreas age como um drogado – ele precisa de mais droga – o açúcar – para produzir o mesmo “barato”, nesse caso, a geração de energia.

Para finalizar, subi na balança e, para minha alegria, não tinha engordado 1 kg sequer. Essa é a boa notícia: seu corpo se habitua com os novos hábitos e com o novo peso, e esse vira o platô. E voltemos à rotina!